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notas

 
 4.2
 
 4.5

Um disco sem faixas para pular, uma banda misturando o melhor da experiência e o melhor da boa forma da juventude.


 
 4

Um álbum muito bem fechadinho, que lembra – e não copia – toda aquela coisa madchester na medida para os anos 2000.


 
 


 
 


 
 


 

Sem nada de charlatões

Um clássico da música britânica mostra que ainda pode fazer um ótimo álbum

por Daniel Andreazzi
12 março, 200811:28 pm

Soa como

Vontade de ser você mesmo.

Só Charlatans

Dessa vez é fácil, porque é fácil falar de The Charlatans. Principalmente sobre You Cross My Path, um álbum que é realmente da banda. Simpatico? Ainda acho que Tim Burgess e companhia se envergonham ou vão se envergonhar daquilo.

Aqui não tem reggae. Só tem aquele velho Charlatans que emergiu no final do madchester, com altas doses de Happy Mondays e The Stone Roses mais uma pitada de Joy Division e claro, clássicos da british invasion. O Charlatans que se incorporou ao britpop e que em 1997 – no auge do movimento – lançou o clássico Tellin’ Stories.

The Charlatans escolheu lançar You Cross My Path num esquema parecido com o que o Radiohead fez com In Rainbows, download grátis. A diferença é que, por enquanto, nem querendo, seria possível pagar, graças a um acordo com uma rádio inglesa. E desde sempre o lançamento em lojas estava previsto, para 12 de maio.

Agora ao que interessa. A banda estava inspirada para gravar este álbum. O primeiro single (lançado ainda ano passado, também em download grátis) é You Cross My Path, a faixa-título. É uma boa música, mas não é a melhor. Falta um bom refrão, é meio devagar.

A seqüência que abre o álbum, em compensação, é genial. Oh! Vanity, o segundo single, já chega com o característico teclado da banda. Bad Days começa com uma linha de baixo e duas primeiras estrofes matadores. Mis-takes tem letra que chega perto da perfeição, incluindo refrão.

Difícil é apontar momentos ruins. Se eles existem, ficam por conta de A Day For Letting Go e My Name Is Despair, muito mais por sair de um ritmo rápido, alegre, que permeia todo o disco.

O melhor é ver a banda retomar um certo caminho natural que sempre se desenha quando se trata de Charlatans, que eu expliquei no texto sobre Simpatico. Na verdade parece que mesmo essas interrupçõesA primeira delas foi com Us And Us Only, o primeiro totalmente sem Rob Collins, que morreu em um acidente de carro no meio das gravações de Tellin’ Stories., mudanças repentinas de rumo, também fazem parte desse caminho. O importante é continuarem a ser Charlatans.

Vale a pena ouvir

Bad Days: Definitivamente a melhor faixa do disco, já expliquei porque. Mesmo que a letra não seja muito inspirada no sentido do tamanho.

The Misbegotten: Uma retomada de Wonderland, uma amostra da capacidade de fazer músicas para pista.

You Cross My Path: A faixa-título volta à seção depois de muito tempo me contradizendo. Ah, elas sempre tem algo a dizer sobre o álbum como um todo.

This Is The End: Ótimo encerramento, na linha de Oh! Vanity, mas ainda melhor.

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THE CHARLATANS
You Cross My Path

 

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