Soa como
Um Emancipation of Mimi parte 2 com alguns lampejos de originalidade.
Einstein não surtiu muito efeito
Ao ouvir Touch My Body, logo pensei que E=MC2, 11° álbum da carreira de Mariah Carey, seria uma continuação sem graça e sem nenhuma novidade de Emacipation Of Mimi. O primeiro single de Mariah é uma cópia de Shake It Off ou até de Don’t Forget About Us, mas com uma letra diferente. Deduzi que a linha escolhida para o novo trabalho - de nome totalmente incompreensível - seria mais uma vez um R&B de suspiros e vozes sufocadas, típico dos últimos álbuns da cantora. Não necessariamente ruim, já que todos eles vem batendo recordes de venda e tendo seus hits atingindo o primeiro lugar nas paradas.
Então, ouvi Migrate, primeira faixa de E=MC2. Tive esperanças. A música consegue desviar-se do caminho monótono e sem criatividade que a carreira da diva pop estava tomando. Em parceria com T-Pain, Migrate abre o álbum com autoridade, com uma batida meio gangsta.
A alegria durou pouco. As faixas que se seguiram confirmaram minhas primeiras expectativas. Um mix de baladas e R&B já batido seguindo a fórmula que a diva pop sabe ser infalível para o sucesso.
Finalmente, ao ouvir o álbum mais algumas vezes, percebi que no geral ele é razoável, melhor que Mimi. A voz de Mariah está mais limpa, ainda que os suspiros continuem, e algumas faixas valem a pena, sim. Mas, ainda assim, chega a ser chato e repetitivo em algumas momentos.
Vale a pena ouvir
I Wish You Well: Um soul-gospel interessante. Bonita.
Migrate: T-Pain banca o gangsta e abre o álbum em grande estilo.
Cruise Control: Parece que as parcerias ajudaram bastante. Nessa, Mariah faz dupla com The Damian "Jr. Gong" Marley, o filho de Bob.
O.O.C: A música mais dançante do álbum.
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1 response so far ↓
1 Qual é a do sovaco? » escatumbalera // mai 9, 2008 at 6:52 pm
[...] E=MC2 e reparando em Mariah Carey toda glamourosa na capa, percebi não só que as músicas são uma [...]
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