| Se você já ouviu o novo álbum da Madonna, Hard Candy, e rolou aquela decepção, calma, que sempre existe um alento. Podemos dizer que a mais nova melhor amiga de infância de Justin Timberlake já derrapou na bizarrice outras vezes no pasado.
Para quem só conhece os singles mais famosos, o escatumbalera fez um balanço dos trabalhos de estúdio da cantora e elegeu a pior faixa de cada álbum, aquelas que provavelmente ela nem lembrava – ou não queria lembrar – mais que existiam.
Deixamos de fora as trilhas sonoras dos filmes Evita, Dick Tracy e Who’s That Girl porque, apesar de feitas por ela, consideramos que não tinham muito a cara da Madonna. Aí vai a lista:
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Madonna, 1983
I Know It: Madonna grita ao mundo que já sabia que aquele amor daria errado. Backing vocals corroboram neste lamento quase sem rimas. Bateria eletrônica e sintetizador com destaque para o saxofone via tecladinho.
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Like A Virgin, 1984
Shoo-Bee-Doo: O título já começa mal. A letra confirma as previsões. E o saxofone e o tecladinho voltam com tudo e conseguem deixar tudo ainda mais brega.
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True Blue, 1986
Jimmy Jimmy: A história de uma garota que se apaixona por um traste, chamado… Jimmy, um ser “muito selvagem para a cidade”. E dá-lhe tecladinho pra musicar essa linda história, que conta com um coro clamando por “Jimmy Jimmy”.
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Like A Prayer, 1989
Love Song: Apesar do muito bom nível do álbum, essa música está concorrendo fortemente no rol das mais chatas ever da Madonna. Nada funciona muito bem, a letra, a melodia e principalmente o backing vocal.
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Erotica, 1992
Did You Do It?: Featuring Mark Goodman e Dave Murphy, Madonna quase não canta (eu desconfio que ela só faz o backing vocal). Parece qualquer coisa dos anos 90 (um C+C Music Factory?), uma batida bem… batida, parece lounge da balada da década passada, num tom muito rapper farofa.
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Bedtime Stories, 1994
Sanctuary: “Quem precisa do sol? Quem precisa de um sorriso? Quem precisa do céu? Você é o meu santuário”. Dá sono. Principalmente pela letra repetitiva.
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Ray Of Light, 1998
Shanti/Ashtangi: Difícil falar mal de Ray Of Light, mas música em sânscrito é levar o lado zen muito a sério.
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Music, 2000
Nobody’s Perfect: Olha aí a Madonna mostrando que também pode ser emo. “Eu me sinto tão triste, eu me sinto tão mal, e eu devo dizer a você, desculpe, mas… ninguém é perfeito”. A melodia ninguém-me-entende-nesse-mundo com batidas eletrônicas não combinaram muito.
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American Life, 2003
X-Static Process: Simplesmente sem graça alguma é esse momento acústico de Madonna.
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Confessions On A Dance Floor, 2005
Forbidden Love: Num álbum mediano, em que as músicas são bem parecidas, todas abusando do eletrônico, essa foi a mais sem graça.
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